22 de setembro de 2016

Resenha: 4 de julho




Lindsay Boxer é uma policial exemplar. Ao fim de um cansativo dia de trabalho, Lindsay se encontra com duas amigas num bar. Elas compõem o Clube das Mulheres contra o Crime, grupo que tenta solucionar os casos ocorridos na cidade.
Após alguns drinques, a tenente recebe uma ligação do inspetor Warren Jacobi. Depois de uma longa perseguição, a abordagem policial acaba fugindo do controle. Os dois adolescentes que estavam no carro reagem, descarregando suas armas contra a dupla de policiais. A tenente atira em legítima defesa, mas o resultado é uma menina morta e um garoto tetraplégico.
Lindsay é acusada, entre outras coisas, de má conduta profissional e se vê num lugar que nunca imaginaria ocupar: o banco dos réus. Enquanto aguarda o julgamento, Lindsay decide passar uma temporada em Half Moon Bay. Mas a pacata cidade vem sendo palco de crimes brutais e a polícia parece não fazer nada. Mesmo de licença e fora de sua jurisdição, a tenente resolve investigar os assassinatos

A história começa como um dia normal na vida da Tenente Boxer, no qual ela investiga mais um assassinato. Esse início aparentemente tranquilo te induz a acreditar que a trama vai demorar a acontecer, mas não é bem assim. O começo é impactante, tudo acontece muito rápido, isso é um ponto positivo, o autor não ficou enrolando e já foi com tudo. 
Apesar de um acertado começo dinâmico, o desenrolar  da história não é tão empolgante, a continuidade dos fatos é cansativa, mais parece um roteiro de filme do que um livro. A impressão que dá é que o autor está escrevendo pensando em adaptar. Esse estilo do James Patterson de escrever não me agrada, falo isso baseado na leitura de dois de seus livros.  Pessoalmente, não pretendo ler tão cedo outra obra desse autor. A mesma sensação eu tive com Private - Missão Jogos Olímpicos, que aliás não fiz resenha ainda(e acho que não vou fazer mais). O livro mescla a narração entre primeira e terceira pessoa. Uma hora a história é contada pela tenente Boxer e  outra por  um narrador observador sem identificação, que descreve os fatos dos quais a tenente não tem como saber e consequentemente não pode contar.
A longo da leitura se percebe uma grande quantidade de diálogos e cenas completamente irrelevantes, que deveriam gerar mais empatia com os personagens, mas isso não acontece, pelo contrário, dá sempre vontade de pular para uma parte mais interessante. A propósito a maioria dos diálogos são mal construídos, rasos e por vezes irritantes, claro eu li uma versão que foi traduzida e podem haver alterações, então pode ser que mude alguma coisa do original, não sei né.
Com relação aos personagens a sensação é falta de empatia, sério não me apeguei a nenhum, nem mesmo a protagonista Lindsay, ela passa longe de ser carismática, é chata e algumas falas e pensamentos seus são tediosos.

Bem, apesar de tudo que já disse, esse livro tem seus pontos positivos, como por exemplo o suspense do destino da Tenente Boxer, se ela vai se livrar da acusação e a justiça vai ser feita, e se vão descobrir quem é o assassino. No quesito de escrever um bom suspense o autor foi muito feliz. Confesso que fiquei angustiada como o destino da protagonista.
O final é convincente e a motivação dos assassinatos também. Esse é um livro que possui um suspense muito bem costurado, as ações dos personagens são totalmente plausíveis, porém no quesito empatia com os personagens e principalmente com a protagonista ele é bem raso. Não foi a melhor leitura do ano, mas posso considera-lo um bom livro.
Já leu? Me diz sua opinião sobre esse livro e o que você concorda ou discorda comigo. Beijos.

18 de setembro de 2016

Eu fui: Encontro Nipon

Entre os dias 10 e 11 de Setembro, no centro de convenções do Garden Hotel, em Campina Grande, aconteceu o ENi9: 9º Encontro Nipon que apesar do nome seu conteúdo é bem variado. Esse um dos maiores eventos de cultura pop da Paraíba e existe desde 2006, nele ocorrem torneios de jogos de cartas, de tabuleiro e vídeo games, concurso de cosplayers, karaoke, Just Dance, e atrações como apresentação de youtubers e dubladores.

15 de agosto de 2016

TAG: Séries

Eu vou falar a verdade, eu não sou a louca das séries, porque sou uma preguiçosa, mas vi essa TAG um dia desses e resolvi responder. Espero que gostem das minhas escolhas. Foi fácil escolher algumas das opções, mas difícil em outras, pois sou muito indecisa. Tentei ao máximo não ser repetitiva. Confira:

8 de agosto de 2016

Resenha: O Visconde que me amava


O Visconde que Me Amava foi uma surpresa para mim, quando comecei a ler ainda estava com "O Duque e Eu" na cabeça e achava que nenhuma das outras história da família Bridgerton chegaria a ser tão boa. Bem eu estava enganada. O livro que conta a história de amor de Anthony, o irmão mais velho dos Bridgertons, e Kate, uma jovem de origem simples, é romântico e engraçado ao mesmo tempo, ainda mais divertido que seu antecessor.


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